quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Artur Gomes -Balbúrdia PoÉtica

Balbúrdia PoÉtica 12

Dia 14 de março 19h

Casarão Centro Cultural

Rua Salvador Correia, 117

Campos dos Goytacazes-RJ

Uma homenagem ao Poeta Castro Alves

no Dia Nacional da Poesia

com Artur Gomes, Adriana Medeiros e Dalton Freire

Marçal Tupã

 

poema de Artur Gomes

dos livros: Suor & Cio - 1985

Pátria A(r)mada - 2022

musicado e gravado

por Paulo Ciranda

 *

meu coração marçal tupã

sangra tupy & rock and roll

meu sangue tupiniquim

em corpo tupinambá

samba jongo maculelê

maracatu boi bumbá

a veia de curumim

é coca cola e guaraná

* 

clique no link para ver o vídeo

https://www.youtube.com/shorts/Boc9bqDOSms

Por Onde Andará Macunaíma?

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Fulinaíma MultiProjetos

22 99815-1268 – zap

Produção: Nilson Siqueira

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fulinaimanicamente voz digo

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Balbúrdia PoÉtica 14

Dia 31 de maio - no Museu do Sal

São Pedro de Aldeia-RJ

Poeta Homenageado: Tanussi Cardoso

Performance PoÉtica

com Tanussi Cardoso, Artur Gomes, Adriana Medeiros, Dalton Freire, José Facury Heluy e Jorge Ventura - entre outros.


SUBSTANTIVOS

 

faca é faca

pão é pão

fome é fome

amor é amor

estranho desígnio das coisas

de serem exatamente elas

quando as olhamos sem paixão

 

Tanussi Cardoso


A poesia pulsa

para Tanussi Cardoso

aqui

a poesia pulsa

na veia

no vinho

no peito

no pulso

na pele

nos nervos

nos músculos

nos ossos

posso falar o que sinto

posso sentir o que posso

aqui

a poesia pulsa

nas coisas

nos códigos

nos signos

os significantes

os significados

aqui

a poesia pulsa

na pele da minha blusa

na íris dos olhos da minha musa

toda vez que ela me usa

nas iguarias de Bento

quando trampo mais não troco

quando troco mas não trapo

nas pipas

nos vinhedos nos arcos

nas madrugadas dos bares

sampleando o bolero blues

rasgado num guardanapo

o poema pra Juliana

escrito na cama do quarto

no copo de vinho

na boca de Vênus

na bola da vez da sinuca

sangrada pelo meu taco

aqui

a poesia pulsa

nos cabelos brancos da barba

nas gargalhadas de Bacca

na divina língua de Baco

 

Artur Gomes

O Poeta Enquanto Coisa

Editora Penalux – 2020

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Fulinaíma MultiProjetos

22 99815-1268 - zap

Curadoria: Lis Badu

Produção: Nilson Siqueira

Direção: Artur Gomes

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 Balbúrdia PoÉtica 13

Poetas Homenageados:

Ademir Assunção e Frederico Barbosa

À Memória de Oswald de Andrade

Última semana de Abril

Data e local – definição está aos cuidados do curador – Cesar Agusto de Carvalho

 

TANTO ÓDIO CARLOS

 

o mundo é grande

 e tem extremos

 

tem estrela e tem estrume

tem perfume e tem veneno

 

tem dias a gente ama

tem dias a gente briga

 

mundo vasto mundo

mundo malo mundo bueno

 

não me chamo raimundo

mas algo estranho me intriga

 

como cabe tanto ódio

num caráter tão pequeno

 

Ademir Assunção

do livro

Risca Faca (2021)

editora Demônio Negro

https://www.demonionegro.com.br/product/risca-faca/


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Artur Gomes

Poeta, ator, produtor cultural

Minibio

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Terra

antes que alguém morra

escrevo prevendo a morte

arriscando a vida

antes que seja tarde

e que a língua da minha boca

não cubra mais tua ferida

 

Artur Gomes – poema do livro Suor & Cio – 1985

*

Projetos: 

De 1975 a 2002 criei e dirigi Oficina de Artes Cênicas na ETFC, CEFET, hoje IFF Instituto Federal Fluminense.

Nesse percurso dos meus 52 anos de poesia, posso classificar minha linguagem poética, através dos períodos em que foram criadas.

Como:

Simbolista

Existencialista

Sócio Política

Metafórica

Sensual Erótica

Começo a publicar em 1973 e daí pra cá são 23 livros, mas 2 ainda inéditos, publicações diversas em antologias e sites no Brasil e no Exterior.
Em 1973/74 começo minha parceria musical com Paulo Ciranda, músico/cantor/compositor, da cidade de São Fidélis-RJ que permanece até os dias aturais, com um repertório que ultrapassa mais de 100 canções/baladas, xotes, reggaes, baiões, boleros, blues. No repertório canções, como Caminho de Paz, Balada Pros Mortais, Fotografia Urbana e Boi-Pintadinho, nos levaram a ser premiados em Festivais de Música, que eram realizados em várias cidades do Estado do Rio de Janeiro. 
Em 1981 tivemos a nossa primeira parceria, Ave da Paz,  gravada por Biafra no disco Leão Ferido. Algumas dessas parcerias estão gravadas em CD pelo próprio Paulo Ciranda, tais como: Papagaio da Quitanda, Tema de Encontro e Canta Que Canta, gravadas no CD Mata Atlântica, de 1992. E muitas outras que já foram gravadas se encontram espalhadas pelas plataformas digitais. como: Marçal Tupã, Sede dos Meus Olhos, Bandeira Bandeira, Boi-Pintadinho e Balada Pros Mortais
Em 1978 começo a escrever poemas com cunho sócio/político: Canta Cidade Canta, vencedor do Festival de Poesia, realizado pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Educação de Campos dos Goytacazes-RJ. Jesus Cristo Cortador de Cana, editado em livreto de cordel.  Poema para o povo em tempo de abertura, 1979, também vencedor deste mesmo Festival de Poesia, em Campos. Em 1980, lanço o livro O Boi-Pintadinho, e adapto para o Teatro de Rua, onde por 7 anos percorro as ruas da cidade, com estudantes da Oficina de Artes Cênicas, da então Escola Técnica Fedeeral de Campos. Com O Boi-Pintadinho alguns anos depois, recebi um prêmio do MEC, voltado para estudantes. Apesar de ser funcionário da ETFC, eu fazia o curso técnico em Técnico em Eletrotécnica na época, na mesma ETFC.
 
Em 1983, numa parceria com o desenhista João de Oliveira,  criei o projeto Mostra Visual de Poesia Brasileira que foi realizado em diversas cidades de 1983 a 1994 
Em 1983 a primeira edição da Mostra Visual de Poesia Brasileira, foi realizada no Palácio da Cultura, em Campos dos Goytacazes-RJ
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Em 1984, na segunda edição, a Mostra Visual de Poesia Brasileira, passa a contar com a parceira, do fotógrafo: José César Castro, e foi também realizada no Palácio da Cultura, em Campos. 
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Em 1985, com apoio do jornal O FLUMINENSE, e dos jornalistas Martinho Santafé e Moacyr Cabral, realizamos mais 3 edições da MVPB, em Macáe, Miracema e Niterói.
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De 1986 a 1988, atuei como Assessor, no Departamento de Cultura da Secretaria de Educação de Campos dos Goytacazes-RJ. E realizamos a 6ª Mostra Visual de Poesia Brasileira, no Palácio da Cultura em Campos, numa homenagem a memória do poeta Manuel Bandeira, com uma exposição de esculturas criada pelo artista plástico Jorge de Sales.

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A sétima e oitava Mostra Visual de Poesia Brasileira, foram realizadas nos corredores da Escola Técnica Federal de Campos. nos anos de 1990 e 1991.
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Em 1992 a 9ª edição da Mostra Visual de Poesia Brasileira, foi realizada nos corredores da ETFC e na Faculdade de Filosofia de Campos, com o apoio da Livraria Noblesse. 
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Em 1993 em parceria com o Grupo Livre/Espaço de POesia de Santo André-SP.  criamos a 10ª edição: Mostra Visual de Poesia Brasileira – Mário de Andrade 100 Anos (projeto executada pelo SESC-SP,  durante o mês de Setembro, unidade do SESC de São Caetano, no Alpharrabio/Santo André, na UBE-SP e no Entre/Posto Cultural Porto das Garrafas em Santo André. 

Em 1985 lanço o livro Suor & Cio e em 
Em 1987 lanço o livro Couro Cru & Carne Viva, onde consolido de vez, a temática sócio/política, sensual, erótica, na minha poética.
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Em 1994 a 11ª edição da Mostra Visual de Poesia Brasileira, em uma parceria com o poeta Rubervam Du Nascimento e  UBE-PI, foi realizada em Teresina-PI,  (numa homenagem as memórias dos poetas: Torquato Neto e Mário Faustin0.

Em 1995 – Retalhos Imortais do SerAfimOswald de Andrade Nada Sabia de Mim – uma releitura vida e obra de Oswald de Andrade, a partir do livro: Serafim Ponte Grande (projeto também executado pelo SESC-SP), na unidade do SESC Comsolação. 

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Em 1996 dirijo Oficina de Teatro Infantil no Espaço Cultural Alpharrabio em Santo André-SP. E participo do projeto Poesia 96, realizado pelo Departamento de Literatura da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo-SP. Dirijo Oficina de Arte Educação na Casa de Cultura Ipiranga - em São Paulo-SP

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Em 1996 inicio as minhas incursões em Bento Gonçalves-RS com projetos de Performances Poéticas, Mostra Cine Vídeo Poesia e Oficinas no Congresso Brasileiro de Poesia, que se estende até o ano de 2016. O Congresso Brasileiro de Poesia, projeto idealizado e coordenado pelo poeta/jornalista, Ademir Antonio Bacca, teve usas primeiras edições realizadas na cidade de Nova Prata-RS. 

Em 1999 criei o projeto FestCampos de Poesia Falada (que foi realizado pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, em Campos dos Goytacazes-RJ, até o ano de 2019.)

Fernando Leite, Kapi(Antônio Roberto de Góis Cavalcanti, Martinho Santafé, Aluisio Abreu Barbosa, Sérgio de castro Pinto, Viviane Mosé, Luciano Carvalho, e Alberto Sobrinho, são poetas vencedores de algumas das edições do FestCampos de Poesia Falada. 

Em 2000 lanço pela Alpharabio Edições o livro: BraziLírica Pereira: A Traição das Metáforas, com uma homenagem ao meu mestre/guru: Uilcon Pereira. 
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De 2002 a 2016, dirigi no SESC Campos, Oficinas de Artes Cênicas e Produção Cine-Vídeo. 

Em 2002 com meus parceiros musicais, Dalton Freire, Luiz Ribeiro, Naimam, e Reubes Pess, lancei o CD Fulinaíma Sax Blues Poesia,  uma fusão de música instrumental com baladas, reaggs, blues cantados e Poesia Falada. Rodamos por diversas cidades com a  banda, para lançamento do CD. Essa experiência recebeu uma ótima análise crítica do poeta/jornalista Ademir Assunção.

Em 2005 fiz performance acompanhado da banda Fulinaíma Outras Vozes Outras Falas, no projeto Outros Bárbaros: Poesia Na Idade Mídia, criado pelo poeta/jornalista Ademir Assunção, no Itau Cultural-SP.
Em 2010 criei o Projeto: Domingo de Poesia & Rock And Roll, realizado no dia 10 de janeiro, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em parceria com Fil Buc e sua Banda Riverdies. 
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Em 2011/2012, participei da caravana: Circuito de Arte Entre Povos. Composta por poetas, fotógrafos, músicos e artistas plásticos do Brasil e da América do Sul.  Percorremos 13 cidades, entre os Estados do Rio, Espírito Santo e Minas Geraes. Com Performances, exposições e Oficinas. Projeto criado e coordenadopelo Procurador Federal de Bom Jesus do Itabapoana,  Gino Bastos. 
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Em 2012 convidado, pelo poeta Celso Borges, fiz performances e dirigi Oficinas de Poesia na 7ª Feira do Livro de São Luis do Maranhão. Onde tive a oportunidade de um encontro memorável com o poeta Salgado Maranhão. O grande homenageado do evento. Na foto acima, estamos acompanhado da escritora Anita L.eocádia. 
Em 2015, lanço SagaraNAgens Fulinaímicas, livro artesanal editado pelo amigo e um dos meis  Diretores de Teatro  Winston Churchil Rangel, com prefácio de Tanussi Cardoso 
Em 2016, realizei recitais no projeto FesTsolos, realizado na USINA4, (espaço cultural dirigido por José Facuri Heluy) em Cabo Frio-RJ, projeto idealizado por Jiddu SaldanhaE na Academia Campista de Letras, a convite do seu presidente Hélio de Freitas Coêlho. 
Em 2018, fiz performance PoÉtica, ao lado de Mano Melo e Arnaldo Antunes, no Museu da República, Brasília-DF -  Festival Transe PoÉticas, onde também dirigi Oficina de Criação e Interpretação. Projeto idealizado pelo poeta e ator Adeilto Lima. E fiz o lançamento do livro Juras Secretas, minha incursão com poemas, tendo como temas: deuses/deusas da  mitologia grega e afro/tupiniquim, com linguagem sensual/erótica, com prefácio da pesquisadora Michelle Sato. 
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Em 2020 lancei o livro O Poeta Enquanto Coisa, com prefácio de Igor Fagundes.

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Em 2019 criei o Projeto: Balbúrdia PoÉtica – Poesia Anti-Barbárie,  que venho realizando de forma independente, com a participação de poetas das cidades, por onde a Balbúrdia tem sido realizada. A Balbúrdia PoÉtica, já foi realizada  nessas  cidades: Rio de Janeiro(2019, 2020, 2024 e 2025). São Paulo(2024), Cabo Frio-RJ(2025). Santo André-SP. 
No Rio de Janeiro, a Balbúrdia Poética, em suas 4 edições, já  realizadas, contei com a parceira na curadoria dos poetas: Tchello d´Barros, Tanussi Cardoso, e Jorge Ventura.
Em São Paulo, a curadoria esteve a cargo do poeta Cesar Augusto de Carvalho. Em Cabo Frio, a curadoria esteve a cargo do mestre José Facuri Heluy. Em Santo André-SP, a curadoria foi feita  pela Arquiteta: Silvia Helena Passarelli, pela poeta: Jurema Barreto de Souza  pelo  Cesar Augusto de Carvalho e Júlio Mendonça(Diretor da Casa da Palavra), onde foi realizado o evento. 
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Em Campos dos Goytacazes-RJ a Balbúrdia PoÉtica tem a direção do seu criador: Artur Gomes  e vem sendo realizada, em formato Teatro.Poesia, desde 2024), nas Escolas Estaduais de Ensino Médio, e em espaços culturais mantidos na cidade, com produção de Nilson Siqueira. 
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Em 2021 fiz a curadoria da Mostra Cine Vídeo Poesia, para o SESC Piracicaba-SP e participo de um bate papo virtual sobre criação e interpretação poética com o ator Antônio Cunha.

Em 2022 participo do Projeto CALDO Tradições Contemporâneas, no SESC Piracicaba-SP, onde lanço a segunda edição do livro Pátria A(r)mada. (Desconcertos Editora). Com prefácio de Ademir Assunção, e textos críticos de Lau Siqueira e Nic Cardeal. 

Em 2022 criei o projeto – Geleia Geral – Semana de 22 100 Anos Depois – com 7 edições realizadas na Santa Paciência – Casa Criativa em Campos dos Goytacazes-RJ.

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Em 2023, lancei o livro O Homem Com A Flor Na Boca, com prefácio de Adriano Moura e criei o projeto: Campos VeraCidade, para a Funação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, onde voltei a atura pela quinta vez, produzindo e coordenando o Sarau Multilinguagens, realizado de 2023 a 2025, no Museu Histórico e no Palácio da Cultura.  
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Em 2023, fui homenageado no Sarau Gente de Palavra, projeto coordenado por Cesar Augusto de Carvalho e Rubens Jardim, realizado no Café Bar e Livraria Patuscada, em São Paulo-SP.

Em novembro de 2024, foi eleito para ocupar a cadeira número 12, na Academia Campista de Letras, que já foi ocupada pelo amigo/parceiro/irmão Hélio de Freitas Coêlho. (na foto: recebendo o diploma das mãos do presidente Ronaldo Junior). 

Em 2025, lancei o livro Itabapoana Pedra Pássaro Poema – Poesia Alquimia Bruxaria – com prefácio de Wilson Coêho e posfácio de Renata Barcellos.
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Em 2025 fiz performances  no Rio De Versos – Festival Internacional de Poesia, realizado no més de novembro na cidade de Maricá – Rio de Janeiro-RJ. Projeto crido pelo mestre Sady Bianchin, coordenado pela poeta/atriz Marcela Giannini, com uma vasta  programação de performances, exposições e  mesas de bate papo, com a participação de 130 poetas do Brasil e do Exterior. 

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Em 2025 também, fiz Performance e participei de bate-papo na Bienal do Livro de Campos dos Goytacazes-RJ, onede mais uma vez reencontrei meu querido amigo poeta Salgado Maranhão. Para 2026/2027 estou preparando as edições dos livros: Drummundana Itabirina :Por Onde Andará Macunaíma?, que já tem prefácio assinado por Herbert Emanuel de Olveira, e vai ganhar texto para orelha de Luis Otávio Oliani.

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Vampiro Goytacá Canibal Tupiniquim, fricção e poesia - uma viagem por realidades reinventadas. Resultado dessas minhas andanças e observações metafísicas na criação de  personagens fulinaimânicos sagarínicos fulinaímicos.
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E de quebra, me encontro criando para projeto de livro, os Retalhos Imortais do SerAfim : Oswald de Andrade Sabia de Mim.

E aguardo entrar no AR e-book produzido por Jiddu Saldanha, com 20 poemas do livro: Drummundana Itabirina : Por Onde Andará Fulinaíma. 

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 Todos esses projetos  me levaram a me conectar com a produção poética brasileira contemporânea e ter contato, com um grande número de poetas, espalhados por este mundaréu de Deus a fora, além das Instituições Culturais por onde tenho tido espaço para realização desses Projetos.

Obs.: A Balbúrdia PoÉtica, é sempre realizada com a parcerias de pelo menos mais 3 poetas, da cidade em que a Balbúrdia é realizada, que me ajudam na Curadoria de cada Edição.

A cada edição o evento homenageia 2 ou 3 poetas que tenham relevância de serviços prestados a poesia em sua trajetória, pode ser poetas vivos, ou que já tenham feito suas passagens pelo planeta Terra.

A programação da Edição é pensada em comunhão com os poetas que compõem a curadoria da mesma.

E pode constar de performances com Poesia Falada, Exposições: Poesia Verbal e Visual e Roda de Conversa com tema definido pela curadoria


Artur Gomes

Fulinaíma MultiProjetos

fulinaima@gmail.com

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@fulinaima @artur.gumes – instagram

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A Biografia De Um Poeta Absurdo

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Por Onde Andará Macunaíma?

A procura incessante por onde andará a poesia nos  Retalhos Imortais do SerAfim

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Nação Goytacá

território onde tudo acontece

no carne corpo canto do poema

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Coletivo Macunaíma De Cultura

onde a família Macunaíma se encontra para discutir suas relações carnais e trabalhistas

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EuGênio Mallarmé

O transformista trapezista de todas as cordas bambas na Mocidade de Padre Olivácio

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Artur Gomes -Balbúrdia PoÉtica

Balbúrdia PoÉtica 12 Dia 14 de março 19h Casarão Centro Cultural Rua Salvador Correia, 117 Campos dos Goytacazes-RJ Uma homenagem ao Poeta  ...